segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

#CaiOJúnior, e agora?

Bueno, blogueiro que trabalha com opinião, por mais que esteja em recesso, tem que ficar de olho nas notícias, sobretudo as que envolvem o clube no qual é feita a cobertura. Escrevo este post de dentro de uma piscina, com uma lata de cerveja à tiracolo, mas sóbrio o suficiente para digerir a esperada demissão de Caio Júnior, e para elaborar algum raciocínio sobre a iminente vinda de Vanderlei Luxemburgo. Primeiramente, que achei um erro a vinda do Caio, avaliando os trabalhos anteriores (em Palmeiras e Flamengo, principalmente) e o seu estilo, que não condiz com o que o torcedor gremista espera de um modelo de time. Os resultados não vieram, e não houve outra alternativa, por maior identificação que o técnico tivesse com o clube (e a recíproca NÃO era verdadeira), que não a demissão sumária. Todos na imprensa batíamos na tecla da paciência e do crédito que deveria ser dado ao Caio. Luxemburgo não terá este luxo à disposição, se de fato vier. Terá que vencer e convencer.

Agora é GRENAL...

Neste sábado onde fazia mais de 40 graus no Beira-Rio o Inter com seu time reserva venceu o Pelotas sem maiores dificuldades. O time de Beto Almeida que vinha numa crescente não repetiu as ultimas atuações e sucumbiu ao time bem treinado de Dorival Junior. Mesmo com os reservas o desempenho colorado continuou o mesmo com toques rápidos, um aparecendo para o outro e com uma defesa segura.
Jô fez dois gols mas ainda é pouca a resposta dada por este jogador. É bem verdade que fazendo uma pré-temporada o jogador parece ter voltado mais ligado, com muita vontade mais ainda tem que correr um longo caminho para ser o substituto de Damião e obvio que o caminho mais rápido para isso acontecer é fazendo gol e foi feito. Porém Jô ainda não transmite confiança para a torcida pelo simples fato de não fazer o mesmo estilo brigador de Damião este preenche os espaços, da trabalho para os zagueiros e até mesmo aos volantes. Gilberto não fez gol "nessa partida" também teve uma lesão e está voltando aos poucos mas obtém maior credibilidade com a torcida pelo fato de ter características parecidas com a do 9 titular. Mas Jô foi ídolo no Corinthias e se transferiu ao Manchester City não por acaso mas este jogador para conquistar a sua vaga no time terá que repetir boas atuações como a de hoje.
Mesmo improvisado Elton não vem fazendo feio na lateral direita e fez um gol premiando as suas atuações ao menos muito seguras. João Paulo foi muito bem creio que tenha sido a sua melhor atuação com a camisa vermelha e branca onde deu assistências, marcou, deu passes precisos, movimentou-se inteligentemente por todo o campo e provou que pode ser aproveitado no banco de reservas do colorado. O menino Fred fez a sua estreia e lembra (guardada as proporções!) o Ramires ex-Cruzeiro e hoje no Chelsea é jogador de muita movimentação e correu todo Beira-Rio de baixo daquela lua mostrando bom passe, bom desarme e um pulmão abençoado.
Em resumo o Inter reserva jogou firmado feito o titular e garantiu a liderança do seu grupo. Méritos mais uma vez ao técnico Dorival Junior que vem fazendo uma trabalho de encher os olhos da nação que veste vermelho e branco e fazendo um excelente inicio de temporada. Mas agora tudo é GRENAL e tudo pode acontecer no maior clássico brasileiro uns dos maiores do mundo. Onde uma pode descer e outro subir isso já aconteceu inúmeras vezes durante este mais de um seculo de rivalidade.
Portanto a próxima fase do Gauchão terá um inesperado GRENAL onde vai ser posta a prova as atuações do time colorado e que também poderá servir como recuperação desta má fase do time gremista. O Inter é favorito mas não que dizer que vá ganhar pois dentro do campo é onze contra onze, favoritismos acabam no momento em que o juizão apita o começo de jogo e tudo pode acontecer afinal é GRENAL.

*Destaque: Para os guris: Fred com boa estreia, João Paulo fazendo uma baita partida e provando que pode ser alternativa no banco, Elton atuando seguramente mais uma vez, Jô que desencantou, Gilberto como sempre eficaz e eficiente. Vale destacar Dorival que fez uma esquema que tanto time titular como reserva se adaptaram pois todos os jogadores sabem o que fazer com a bola tanto para atacar ou recompor.

*Decepção: Nada contra o Josimar que é profissional se esforça, corre e mostra muita vontade. Mas isso não basta além de jogar pouco, cometeu um pênalti e não vem aproveitando as oportunidades no time se descredenciando do time ainda mais.

**O Valencia de Jonas levou uma chapoletada de 5 a 1 do Barcelona onde o melhor jogador do mundo Messi fez 4 gols arrasando com o jogo e mostrando a todos no mundo que é sim um craque e que vai marcar época para ser chamado de Gênio da bola.

***Giovani Luigi ainda não tem data prevista para retorno das Obras do Beira-Rio e nem mesmo para assinar o contrato.

****Injusto. Tirar 6 (seis) pontos no tapetão do Cruzeiro-POA por uma falha da federação do Mato Grosso e um regulamento confuso da Federação Gaucha de futebol pareceu uma prepotência onde federações não erram e seus presidentes não tem a humildade suficiente de admitir tal erro. Isso não está certo e seria um ato de grande da parte deles (presidentes das federações) reverem isso.

Pergunta: Quem vai ressarcir financeiramente o Cruzeiro-POA que ganha por rendimento no campeonato?

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Chapa quente...

O time da casa começando o segundo tempo
Ontem em uma tarde de calor escaldante o Grêmio foi batido pelo Zequinha no Passo D´Areia deixando o comandante do tricolor Caio Junior com muita dor cabeça. Pois o time tricolor foi apático, sonolento e pecou em muitos momentos da partida fazendo com que o time do técnico Agenor Piccini saísse vencedor e deixando o seu torcedor feliz da vida neste Carnaval com a classificação a próxima fase do Gauchão.
Na primeira etapa o Grêmio tentou com o André Lima e Kleber Gladiador mas todas as tentativas esbarraram no ótimo goleiro do São José Tiago Volpi. O Zequinha também foi para cima mas Victor também mostrou que o time visitante tinha um goleiro de respeito. Na segunda etapa o São José voltou com tudo mostrando a sua força abrindo o placar com Francisco Alex. Mas o Zequinha não se contentou com o placar minimo e em um contra-ataque fulminante Marabá fez o segundo gol encobrindo Victor e fazendo o torcedor do Zequinha berrar a plenos pulmões de felicidade pelo seu time. Já para o time da Azenha que entrou modificado na segunda etapa e inventando com menino Leandro na meia cancha não saia do lugar pois não tinha um meio campo com armação... Marco Antonio não vem dando resposta, Marquinhos jamais será a solução para time como o Grêmio sendo assim o time tricolor não ficava com a bola e quando ficava não sabia o que fazer com mesma. O time de Caio Junior não tinha jogada nenhuma para alimentar seus atacantes deixando-os morrendo de fome no ataque, Kleber ainda tentava algo buscando jogo mas sem muito sucesso. Ficou provado que Bruno C. não pode ser o lateral esquerdo do time gremista, na zaga Saimon é insuficiente. Caio Junior tem muitos problemas para resolver. O gol do Grêmio foi sair só nos 43 minutos da segunda etapa com um gol contra, só esta na próxima fase pelo fato do Cruzeiro-POA ter perdido no tapetão 6 pontos é a bruxa ta solta pros lados da Azenha. Mas nem tudo é limão com sal... Gilberto Silva fez uma boa partida, Souza fez uma estreia relativamente boa, Kleber sempre muito participativo buscando jogo e levando perigo ao gol adversário. Mas o resultado não passou disso e contra o Zequinha o Grêmio beijou a lona.
Saimon em falta sofrida
Mas no Passo D´Areia a felicidade perpetuou com a competência dos jogadores salientando Fabiano Eller que não deu espaço André Lima e Kleber e o comandante do Zequinha jogou muito orientando o seu time o tempo inteiro fazendo "jus" a faixa de capitão. Agenor Piccini tem uma boa equipe nas mãos porém já está mais do que na hora de dar a titularidade ao bom jogador Xavier que convivi a esmo no banco de reservas.
Portanto o torcedor gremista vai encarar uma carnaval com aquela ressaca, o Caio Junior terá que fazer esse time render mais do vem rendendo e o próximo jogo é GRENAL.  Já o torcedor do São José   está feliz da vida mas a partir de segunda é pensa na partida de decisiva contra o Caxias no Centenário.
Classificação com méritos time do Zequinha que está de parabéns! Fazendo a sua fanática torcida dos Farrapos e Guaipecas subir a serra cheio de esperança e certamente eles farão presença em Caxias.
Agenor Piccini e Fabiano Eller
*Destaque: Tiago Volpi jogou muito assim como Fabiano Eller. Marabá fez uma ótima partida.

*Decepção: Rangel foi pouco participativo.

Pergunta: Não tem lugar para Xavier no time titular do São José?

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Devorando alfajores

Nacionalidades diversas dividiram o manjar uruguaio na noite desta quinta-feira, quando foi a vez dos orientais botarem seus times em campo, e sairem sem vitória, assim como os brasileiros na quarta. Desde paraguaios, passando por argentinos e terminando em bolivianos, Nacional e Peñarol serviram suas iguarias, e foram limados pelos supracitados. O blog fez a cobertura do jogo de fundo, Godoy Cruz-Peñarol, válido pelo Grupo 8, jogo de fundo da quinta que terminou alguns minutos atrás. Os mendoncinos fizeram valer o mando de campo no Malvinas Argentinas, e conseguiram 3 pontos preciosíssimos na disputa deste "grupo da morte". Destaque absoluto para o meia Diego Villar, para quem clubes brasileiros poderiam olhar com certa atenção.

O Peñarol, no comando de Gregorio Pérez, como haviamos mencionado em post anterior, deixou de ser o time retranqueiro dos tempos de Diego Aguirre, e tratou de tentar fazer valer o maior peso de sua camisa, e partiu para cima dos argentinos nos primeiros momentos da partida. Apostando na grande movimentação do trio Aguiar-Estoyanoff-Maxi Pérez, os carboneros impuseram um ritmo bastante interessante, causando problemas à dupla de volantes do Godoy Cruz Lértora e Olmedo, principalmente para o primeiro. Com o passar dos minutos, o time de Nery Pumpido se assentou no gramado, e passou a também dar suas cartadas, apostando no talento de Villar, e na alta velocidade de Castillón, destaque do jogo do último domingo, contra o Vélez.

Por falar em destaque, apareceu muito na partida o árbitro boliviano Raúl Orozco, de atuação pífia. O cidadão fez de tudo nos 90', desde inverter escanteios, não marcando 1 pênalti para cada equipe, dando faltas inexistentes, e não marcando outras claras. No final das contas, acabou não sendo comprometedora para o placar, uma vez que acertou na expulsão do zagueiro Alejandro González, mas a atuação do apitador foi tecnicamente horrível. No 1º tempo, as 2 chances mais claras foram do Peñarol, em um chutaço da entrada da área de Aguiar, no pé da trave de Torrico, e em uma bola que o goleiro do Tomba largou nos pés de Zalayeta, mas o veterano centroavante não conseguiu girar e perdeu gol quase feito.

Já na 2ª etapa, o Peñarol sequer teve tempo de dar chance para o azar. Aos 6', em ótima combinação entre Tito Ramírez e Ariel Rojas, o meia-esquerda cruzou na medida para Diego Villar surgir entre os zagueiros e bater de chapa, forte, sem qualquer chance para Fabián Carini. A partir daí o jogo tornou-se, em análise às lutas, de franca trocação, com o Peñarol atacando, sob a batuta do ótimo Luís Aguiar, enquanto o Godoy Cruz seguia perigoso nos contra-ataques, sobretudo após a expulsão de González, aos 13'. Houve tempo para Estoyanoff matar um contra-contra-ataque de 2 contra 1, quando largar Zalayeta na cara do gol era a única alternativa, de Ramírez perder um gol feito, depois de driblar Carini, e assim o jogo escorreu para os minutos finais.

Depois que Zambrana entrou no lugar de Aguiar, acabou o jogo para o Peñarol, com a saída do seu jogador mais criativo. Já bagunçado, o time uruguaio sequer conseguiu criar chances para o empate, e o Godoy Cruz abraçou-se no resultado positivo até o apito final. Todos os times do Grupo 8, ao término da 1ª rodada, mostram-se capazes de incomodar, e os jogos serão um verdadeiro inferno para os visitantes, já que, com o mando a favor, Atletico Nacional e Godoy Cruz mostraram força, e Universidad de Chile e Peñarol tem tradição de jogar muito em seus domínios. E, quem se classificar, podem estar seguros, irão longe, e darão trabalho aos demais adversários na fase dos mata-matas.

Nos Acréscimos
  • Não acompanhei, mas o Nacional recebeu o Libertad, no Gran Parque Central, e saiu derrotado, de virada, por 1-2. Os paraguaios pulam para a liderança do Grupo 5, com 2 vitórias em 2 jogos, complicando, especialmente, a vida do Vasco da Gama que, para não perder terreno, precisa vencer o Alianza Lima no Peru, no dia 6 de março. Os gols da partida foram de Aguirre, para o Bolso, enquanto Samudio e Caballero viraram o jogo em 5', entre os 13' e os 18' do 2º tempo.
  • O Grêmio volta a mexer no mercado de transferências. Após confirmar o argentino Facundo Bertoglio, as especulações giram em torno do meia uruguaio Cristian Rodríguez, do Futebol Clube do Porto. "El Cebolla" já é dado como certo no Tricolor, segundo especulações da imprensa. Além do uruguaio, mais 2 zagueiros são especulados: Leandro Almeida, brasileiro do Dínamo de Kiev, e Guillermo Burdisso, do Arsenal de Sarandí. Sigo o procedimento de "só acreditar quando fardar".

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Guerra, e vocês de branco?!

A rodada de quarta-feira na Copa Libertadores reservou 3 confrontos envolvendo brasileiros, todos estreando na 2ª fase da competição. O acompanhamento começou as 8 da noite, e foi até a meia-noite, onde foram cobertos quase 5 horas de futebol, todas recheadas de emoções dignas de um torneio como a Libertadores. A se pontuar, negativamente, a falta de vitórias dos times daqui na rodada, com 2 empates e 1 derrota - alguns dirão que todos jogaram longe de seus domínios, entretanto, apenas o Flamengo enfrentava um adversário com alguma expectativa de mostrar boa qualidade. A derrota, aliás, foi do time que menos se esperava, do atual campeão, que pagou pelo capricho do seu ataque em La Paz, e deixou pontos importantíssimos na Bolívia.

Uma coincidência interessante foi que todos, Santos, Corinthians e Flamengo, jogaram de branco. Palidez futebolística? Apenas um termo, assim como não foi proposital que todos jogassem frouxos, como indica a passividade da (ausência de) cor dos uniformes. Comecei bem, na altitude de La Paz, onde o Santos começou sua participação da mesma forma que terminou a última - enfrentando um time vestindo amarelo e preto. E o The Strongest pareceu disposto a vingar o Peñarol, derrotado na final de 2011, e foi para cima desde a saída da bola. Pablo Escobar, com passagem razoável pelo futebol brasileiro (Santo André, Ipatinga, entre outros), organizava o time aurinegro com surpreendente qualidade, incomodando a fraquíssima defesa santista.

Porém, com menos de 10', o Santos foi quem saiu na frente. Paulo Henrique Ganso cobrou falta lateral, a defesa boliviana fez uma lambança enorme, e Henrique só teve o trabalho de empurrar para o gol, sem goleiro. Foi a senha para que o Strongest se soltasse em definitivo, e fosse para cima dos paulistas - o que proporcionou espaços preciosos para os contra-ataques poderosíssimos do Santos. O problema é que Ganso estava muito preocupado em emular Sócrates, Ibson corria por todo o campo como uma barata tonta e os laterais (como de costume) inexistiam. A tendência era que Neymar e Borges morressem de fome, como diz o colega Carlos Paiva, e foi bem o que aconteceu, ainda que o #11 tentasse levar o time nas costas. A tentativa era como subir o Everest com bagagens correspondentes a 11 pessoas, e em lugares altos os times da Bolívia costumam sentir-se bem à vontade. Não deu outra, de tanto insistir, os donos da casa chegaram ao empate pouco após a meia hora de jogo, com o paraguaio Cristaldo, após boa jogada de Parada pelo lado direito.

Na 2ª etapa, foram 30' de total domínio do Santos, onde os bolivianos só chegavam em tentativas de média distância - sobretudo com Escobar, o melhor em campo -, e os brasileiros cansaram, mas cansaram de perder gols, foram pelo menos 4 chances vivas (3 com Neymar, e 1 com Elano). Depois deste período, o time de Muricy Ramalho sentiu o cansaço - desta vez o físico - e se permitiu ser pressionado pelo "más fuerte". 2 defesaças de Rafael Cabral não adiantaram, e, aos 45', o quase-xará do treinador santista, Ramallo, apareceu para completar cobrança de escanteio de Escobar, virar a partida e decretar a vitória dos donos da casa. O Santos pecou pelo excesso. Excesso de displicência, excesso de chances perdidas, excesso de confiança... Em jogos assim, a comanda pesa, e a cobrança é feita no mesmo jogo.

Acredito que Muricy nada poderia ter feito, a responsabilidade passa pelo caminhão de gols desperdiçados, e eles terão que ser recuperados na próxima rodada. O The Strongest me surpreendeu, muito; o time havia vencido apenas o Apertura 2011, mas montou um time muito organizado, méritos para Mauricio Soria, que centraliza o jogo em Escobar, auxiliado pelos bons Cristaldo e Chumacero (dublê boliviano do Paulo Nunes). Certamente dará trabalho ao Internacional, na partida de La Paz. Agora a partida do próximo dia 8 está untada em Trinitrotolueno (vulgo TNT), quando o Santos terá nada menos que a obrigação da vitória contra um dos principais favoritos ao título. Eu que não vou perder esse jogo.

Nos Acréscimos
  • Mais tarde, me dividi entre Lanús-Flamengo e Deportivo Táchira-Corinthians, com preferência para o jogo da Argentina. O Flamengo fez uma partida surpreendentemente sólida contra os granate, mostrando muita maturidade e organização defensiva, e boas saídas para o ataque, tanto que saiu na frente, com Léo Moura, em falha terrível da defesa argentina, no último lance do 1º tempo. O Lanús não fez muito para merecer a virada, mas a estrela de Schürrer brilhou ao colocar em campo Carlos Carranza, que empatou em seu 2º toque na bola. A briga seguirá muito equilibrada no Grupo 2.
  • As vezes trocava de canal para a partida em San Cristóbal, onde tinhamos mais um duelo aurinegro contra alvinegro. O Deportivo Táchira dominou todo a 1ª etapa, e fez 1-0 com Sergio Herrera, com passagens pela seleção da Colômbia, e pelo Atlético Paranaense. Contudo, no 2º tempo, especialmente nos minutos finais, o Corinthians tomou as rédeas da partida e correu para o empate, que provou o quanto Tite estava errado em escalar Jorge Henrique na vaga de Alex; o #12 entrou, e deu a assistência para o gol de Ralf, aos 49' do 2º tempo. Empate com gosto de vitória na Venezuela.

Firmado...

O time do Inter que venceu o Cruzeiro de Porto Alegre pelo placar clássico de 2 a 0 é um time afirmado.
Mesmo com a carência de um de lateral direito, sem os volantes Tinga e Guiñazu (que para por 15 dias) era de se esperar uma brusca queda no rendimento colorado. Porém o ritmo da boleirada da P.Cacique está deixando seu torcedor cada vez mais confiante ao constatar que seu time está firmado.
Os motivos são simples. O colorado venceu o Cruzeiro de Porto Alegre o ultimo invicto do Gauchão. E venceu bem. Oscar fez uma bela partida, Dagoberto fez gol novamente e teve boa atuação e se tornou artilheiro da equipe, D´Alessandro apesar de errar um pênalti manteve o nível esperado, Índio foi soberano novamente com isso R.Moledo ganha confiança e faz uma atuação melhor que a outra e marcando até gol.
Bem verdade que o Sandro Silva jogando junto com o Bolatti não é aquela Brastemp que a gente espera mas fizeram o que tinham que fazer sem dever nada a ninguém. 
O Dorival Junior tem seus méritos e cabe o elogio pois o Inter está jogando com a posse da bola e faz está correr pelo campo. D´Alessandro tem papel fundamental para este esquema. O Colorado foi muito bem contra o  Caxias no Centenário, hoje não repetiu o mesmo nivel mas venceu convencendo o ultimo invicto do Gauchão. Venceu com a posse "objetiva" da bola! Damião apesar de seu jejum, criou-se inúmeras situações para o 9 colorado mesmo nesta "inhaca" que o coitado está sofrendo. Damião tem gosto da torcida pois quando foi substituto pelo Jô a torcida não gostou a e vaia pegou. A torcida queria ver o gol do Damião está ansiosa como ele, precisa do gol tanto quento o 9 colorado. Mas não podemos esquecer que Damião fez um gol muito importante no Beira-Rio em cima do Once Caldas, Damião sabe se posicionar é inteligente e é referencia do time do Internacional. Acima de tudo tem crédito com a torcida e o melhor sabe jogar!
Mas o Cruzeiro fez frente ao Internacional no Beira-Rio. Se postou para vencer a partida e não é atoa que tem bela campanha no Gauchão. Se não fosse os 6 pontos levado no famoso "canetaço" seria líder do seu grupo.
Deu muito trabalho ao Inter o time de Beto Campos e fora a dupla GRENAL o Cruzeiro juntamente com o Caxias são os melhores times desta edição do gauchão até o momento. Então está vitoria deve ser valorizada pelo povo que veste vermelho e branco.
Portanto O time de Dorival Junior esta muito bem obrigado. Se consolida como time de posse de bola com objetivo a cada jogo que passa e melhor mantendo o nivel de atuação do time todo. 

*Destaque: Índio esta jogando muito e é o melhor zagueiro do estado hoje. Oscar correu e jogou muito como sempre, Dagoberto teve boa atuação marcando gol novamente, D´Alessandro manteve o alto nivel mesmo errando um pênalti. R.Moledo foi bem. 

*Decepção: Dorival insistir com Jô como reserva imediato de Damião. Gilberto é mais eficiente e eficaz. João Paulo entrou meio desligado.

**O Santos perdeu para o The Strongest fazendo o jogo na Vila Belmiro na próxima rodada se tornar o jogão da rodada. Pois agora o peixe com essa derrota fica na obrigação de fazer três pontos porém vai ter uma parada dura contra o colorado.

*** O Arsenal tomou um "peteleco" de 4 a 0 do Milan no San Siro. Se já era difícil a missão para a turma do Arsene Wenger agora com esse resultado o time da terra da Rainha terá que tirar leite de pedra.

****AG é cada vez mais nebulosa. Uma empresa deste porte não pode agir assim isso é amadorismo que nem a padaria do tio Zé faz. Pois muito coisa está em jogo a cidade, a reputação Gaucha e não só o estadio o aeroporto (agora falo do governo) não tem uma obra se quer sendo feita, infraestrutura para a cidade (que é o principal foco da COPA) que será deixada como legado inexiste. Porto Alegre rumo a pagar o seu maior vale e em escala mundial.   

Perguntas: Mesmo com a visita do Ministro Aldo Rebelo a AG não tem prazo para assinar o contrato com seu CLIENTE o Internacional. E aí construtura AG até quando o torcedor e a cidade de Porto Alegre sede da CODA DO MUNDO FIFA vai esperar? E Porto Alegre como cidade SEDE vai começar a se mexer quando?      

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Não é uma barbada

Na noite de ontem tive o prazer e o desprazer de assistir à estreia do Club Atletico Boca Juniors, na edição 2012 da Copa Libertadores da América. O prazer, pois ver aquela camisa azul e ouro em uma partida de Copa é algo diferenciado, que carrega uma mística toda particular, seja qual for a qualidade do time. O desprazer foi apenas pelo decorrer do jogo, uma partida lamentável, que não seria sequer digna de nota, não fosse o clube envolvido - no caso, o Boca. A despeito do adversário, o Zamora, diria que ele deve muito aos adversários do maior rival xeneize, na Primera B Nacional. Impressionante notar as deficiências extremas do time venezuelano, que tratou de fazer meia-linha, e não deixar o time de Falcioni jogar.

A falta total de inspiração do time argentino apenas endossou, carimbou e aprovou a tática do alvinegro venezuelano. Se eu for detalhar o que de importante aconteceu na partida em Barinas, sequer sairia deste parágrafo, o que, na verdade, é a minha maior vontade no momento. A transmissão da Fox Sports Latina, ao final da partida, desculpou-se com seus telespectadores, pela (falta de) qualidade do espetáculo. A destacar-se, falando em espetáculo, na festa que a torcida zamorana proporcionou ao final da partida, com um foguetório interminável, como se o time tivesse sido campeão da Libertadores - de certa forma, a questão moral envolvendo a partida fazia o time da casa merecer um troféu, simplesmente por anular o gigante Boca.

Muita gente pode cobrar do Boca, mas é bom lembrar que era apenas a 2ª partida oficial do time em 2012, claro, se não contarmos os "Torneos de Verano" que envolvem clássicos, mas sem a obrigação da soma dos 3 pontos. Enfim, o Zamora, campeão do Clausura '11, fazia sua 6ª partida oficial este ano, e mostrava maior ritmo de competição, aguentando os 90' com relativa tranquilidade. A única chance de gol de verdade na partida saiu da cabeça do estreante Santiago Silva, aos 43' do 2º tempo, que mandou uma bola no pé do poste esquerdo do goleiro Forero, que ainda contou com a sorte da bola voltar mansa em seus braços. 0 a 0 marcado à brasa no placar.

Bom, muitos podem pensar: "ah, o Boca não é esse bicho-papão que estão pintando". Este empate, particularmente, me amedronta, pela tradição xeneize de esconder muito bem o jogo na 1ª (ou 2ª) fase da Libertadores, se classificar "a pau e corda", e nos mata-matas soltar suas feras. Em 2007, seu último título, foi assim, quando se classificou na bacia das almas, metendo um bizarro 7-0 no Bolívar, no último jogo, e abrindo as ferramentas copeiras nas oitavas-de-final, contra o Vélez - até chegar no massacre final que prefiro não relembrar aqui. Os argentinos só voltam a campo em 7 de março, para um dos jogos mais esperados da 2ª fase, quando receberão o Fluminense, em La Bombonera. A esperança é que ambos estreem, de fato, neste jogo.

Nos Acréscimos
  • Após Zamora-Boca Juniors, enfrentaram-se, pelo Grupo 8, Atletico Nacional e Universidad de Chile, em um jogo onde havia grande expectativa, pelo estilo ofensivo dos times de Escobar e Sampaoli. Consegui acompanhar apenas a 1ª etapa, de um ótimo jogo de futebol. O time de Medellín apostou alto nos chutes de média e longa distância, na velocidade de Pabón e Álvarez e na marcação alta, no campo do adversário. Deu certo, e aos 28' Valencia, ex-Atletico Junior, acertou um canhão em rebote de escanteio, abrindo o placar. O jogo terminou 2-0, o 2º gol marcado por Pabón, aos 35' da 2ª etapa. Destaque positivo para o ótimo zagueiro Alexis Henríquez, que já havia feito ótima Libertadores ano passado, pelo Once Caldas, e destaque negativo para a insistência do time chileno em não jogar com a bola no chão. Além deste jogo, pelo Grupo 7, mais cedo, o Defensor venceu o Deportivo Quito por 2-0, em Montevidéu.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O melhor ataque é a defesa

"Força aérea Tricolor", muito ouvi este termo nas transmissões dos jogos do Grêmio, desde os tempos de centroavantes e zagueiros que iam às áreas adversárias para garantir pontos importantes e até títulos. No sábado houve um "revival" desta saudosa época, em que o time da Azenha era respeitado pela sua força e pragmatismo. E, realmente, foi uma vitória pragmática, sem jogar um belo futebol, mas com relativa segurança, e controlando o confronto na maior parte do tempo. Ainda me desagrada ser necessário um "fato novo" para que o time acorde nos jogos e vá ao ataque. Me acostumei a ver um Grêmio impetuoso jogando em seus domínios, que invadia o campo adversário desde o apito inicial, e penso que Caio Júnior precise rever isto.

Os primeiros momentos do jogo foram de uma modorra impressionante, onde o Grêmio errava passes, mesmo com a maior posse da bola, não criava chances, e ainda as propiciava para o Galo do Vale do Rio Pardo. A única boa notícia da noite estava sendo a entrada de Gilberto Silva, que comprovava uma teoria pessoal: volante deve ter mais de 1,80 e bater até na mãe, se necessário; Gilberto é um pouco mais "classudo" que a necessidade de quebrar todas as jogadas, mas tem a firmeza ideal para a função. Não fosse o experiente pentacampeão mundial, a defesa já teria feito água antes dos 17', tempo da abertura do placar no Olímpico; depois de cobrança de falta da direita, a bola viajou por toda a área, Victor não saiu, Roberto Jacaré começou a linha de passe e Cristiano só escorou para as redes, para festa do único torcedor do Santa Cruz no estádio.

O gol alvinegro ligou o time gremista, que em menos de 1 minuto já tinha o 2º escanteio consecutivo a seu favor, de onde nasceu o gol de empate: cabeçada de Marcelo Moreno no travessão e, no rebote, Naldo tocou sobre Ricardo. As tentativas se davam apenas por intermédio das jogadas aéreas, abusando dos cruzamentos, uma vez que Marquinhos e Marco Antônio (de novo!) estavam apagados na partida, e os laterais eram itens decorativos no gramado (Gabriel um pouco menos que Collaço). Aos 24', o Grêmio copiou a receita do Santa Cruz e, depois de córner cobrado por Marquinhos, Naldo puxou a linha de passe no 1º poste, e Douglas Grolli chutou forte para virar o placar. Dali em diante o time se reorganizou, passou a botar a bola no chão e dominar a partida.

Taticamente, o Grêmio procurou apertar um pouco mais o Santa Cruz, jogando avançado tanto com quanto sem a bola nos pés. Antes do final da 1ª etapa, houveram umas 2 ou 3 chances de gol para o Tricolor, e um pênalti absurdamente não marcado sobre Marcelo Moreno. No início do 2º tempo, o 3º gol gremista, o 3º gol dos zagueiros na noite de futebol "pré-balada" de sábado. Em escanteio que veio da esquerda, e passou por todo mundo, Kléber dominou e alçou com perfeição para Naldo aparecer de surpresa e definir o 3-1 no placar. Parecia que era o gol definitivo, que a partida estava morta. Ledo engano. O Galo passou a atacar com mais frequência, e quase diminuiu em 2 oportunidades. Com meia hora da etapa final, o Grêmio finalmente deixou os quase 7 mil presentes no Olímpico mais tranquilos, sacramentando a vitória com o 4-1.

Aí, no 4º gol, uma situação diferenciada, pois 2' antes, Caio Júnior tinha trocado Gabriel por Edílson, e eu já preparava a corneta. Um segundo depois de eu pensar em xingar, Edílson acerta seu 2º ótimo cruzamento, e coloca a bola na cabeça de Kléber, que não tem dificuldade alguma em tirar de Ricardo. Mesmo assim, sigo reinvindicando maior inteligência do treinador gremista na hora de fazer suas trocas. A entrada de Edílson é até aceitável se formos comparar com as outras 2 trocas, de Marquinhos por Guilherme Bittencourt e de Kléber por André Lima - uma por quem saiu, e outra por quem entrou; Marco Antônio, o pior do Grêmio em campo, jogou os 90', algo inexplicável, enquanto Leandro poderia ter entrado na vaga de Kléber. Se o mundo fosse justo, André Lima sequer seria alternativa no banco de reservas.

O jogo terminou com a primeira atuação mais tranquila, onde o time não correu (muitos) riscos, e a questão tática já foi um pouco menos problemática que nas partidas anteriores. A defesa segue com problemas seríssimos, apesar de não ter sido muito exigida no confronto de sábado, e o sistema de ligação também está deficiente. Com todo o respeito, mas Marco Antônio não é jogador para atuar em um time da grandeza do Grêmio. Consolidam-se Gilberto Silva e Fernando como dupla de volantes, e aí já existe uma questão a ser resolvida: Fernando levou o 3º cartão amarelo, e não joga contra o São José. Mesmo com a paciência no fim, acredito que, no final das contas, o quebra-cabeças se completará. Com ou sem #CaiOJúnior.

Nos Acréscimos
  • Começou o Torneo Clausura da temporada '11/'12 do futebol argentino, com jogos na sexta, no sábado, ontem e hoje teremos o fechamento da rodada. Acompanhei Vélez Sarsfield e Godoy Cruz, em Liniers, ontem à noite, e foi um ótimo jogo de futebol. Empate em 1-1, gols do estreante Mauro Obolo, para o Fortínero, e Castillón para o Tomba. Destaque para a estreia de Insúa, que entrou ainda no 1º tempo na vaga do "Mago" Ramírez, contundido. São 2 ótimas equipes, e que prometem fazer campanha na Copa Libertadores.
  • O atual campeão, o Boca Juniors, começou a defender o cinturão portenho contra o Olimpo, na Bombonera. Ótima vitória por 2-0, com muito boa atuação de Riquelme, que parou de "correr como um idiota", e deu assistência genial para o 2º gol, de Mouche. Cvitanich abriu o marcador. O Lanús, também na Libertadores, recebeu e goleou o San Lorenzo por 4-1, com 2 gols de Mariano Pavone. O último representante argentino em "La Copa" estreia hoje: o Arsenal vai a Santa Fé enfrentar o Cólon, as 22h10, horário brasileiro de verão.
  • Reforço os agradecimentos feitos pelo colega Carlos Paiva a todo o pessoal do Esporte Clube São José envolvido nesta grande oportunidade a qual está nos sendo propiciada, em especial ao Sandro Neguetti e ao Paulo Matos, e dizer que buscaremos retribuir a esta chance com o maior esforço possível. Não será minha primeira experiência no Zequinha, ainda que esta seja a primeira oficial. Tudo que eu disser a mais que disse o Carlos, estarei sendo repetitivo, portanto, apenas endosso o compromisso e a grande responsabilidade que o "Vida Cancheira" terá neste novo desafio.
P.S.: O "É Só Fazer" é um extinto blog galhofeiro e não-profissional deste escriba. Qualquer menção ofensiva, eu peço encarecidamente que seja relevada. Ao contrário do "Vida Cancheira", àquele blog não tinha um cunho de seriedade.

Quem não faz....

Ataíde e Rangel começando o segundo tempo 

Injusto. É a unica palavra que se encaixa na partida deste sábado contra o Pelotas na Boca do Lobo. O Zequinha fez um bom primeiro tempo onde trocava ações com time da cidade da praia do Laranjal. Porém a primeira etapa não passou disso. No segundo tempo a história foi outra. Agenor Piccinin agitou a cozinha e fez a rapaziada trabalhar. O São José voltou aceso para o segundo tempo onde foi muito superior. Logo no começo Anderson Pico desferiu um violento chute obrigando o goleiro pelotense a fazer uma grande defesa.  Até os 20min do segundo tempo o Zequinha dominava todas as ações do jogo Rangel que entrou no lugar de Franciel chutou cruzado. Em uma das poucas escapadas o time pelotense teve uma chance incrível de gol evitada pelo grande goleiro Tiago que fez uma linda defesa.
Mesmo assim o São José seguiu pressionando o time da casa por volta dos 35min Ataíde desviou a bola que bateu no travessão e no rebote o zagueiro mando para escanteio. Cleber não fez uma boa partida foi substituído por Washington e Ataíde que fez um bom jogo cansou e Xavier entrou em campo. 
Quando o jogo estava se encaminhando para o empate, um bate e rebate na área do São José a bola acabou sobrando para o zagueiro Marco Tiago que empurrou para dentro do gol fazendo o placar final e dando continuidade a reação comandada pelo técnico Beto Almeida.
Portanto a velha máxima do futebol "quem não faz leva" tomou corpo nesse injusto placar na Boca do Lobo. Mesmo assim o time do Passo D´Areia está em quarto lugar com 10 pontos três a mais que o Santa Cruz quinto colocado com 7 pontos e mesmo assim São José sonha com classificação para a fase de mata-mata da Taça Piratini. Porém o São José vai ter uma parada dura contra o forte time do Grêmio no próximo sábado as 17hs. e certamente terá a presença garantida dos Guaipecas e Farrapos que também marcaram presença em Pelotas na Boca do Lobo. Pois isso é amor ao futebol e deve que ser reconhecido.

Guaipecas e Farrapos 


*Destaque: Fabiano Eller jogou muito mostrando segurança na zaga, Maraba foi bem assim como o Anderson Pico. Tiago defendeu muito demonstrando grande capacidade de baixo das traves. Parabéns a torcida por comparecem a Pelotas e prestarem apoio ao time.  

*Decepção: Cleber pode render mais. 

Pergunta: Xavier não poderia ter entrado antes? 
     



Obrigado

Bom... Tenho a felicidade de anunciar que nós aqui do Vida Cancheira começaremos a setorizar o São José de Porto Alegre o famoso "Zequinha". Iremos trazer informações dos treinos e jogos. Acompanharemos o clube nos jogos fora da cidade de Porto Alegre juntamente com sua torcida apaixonada e anti GRENAL que são os Guaipeca e Farrapos. Esse canal de comunicação de respeito com a opinião do próximo que é o Vida Cancheira busca divulgar para a comunidade o clube mas também a realidade da torcida que é dura, cheia de dificuldades e que mesmo assim com todas as intempéries é motivo de muito orgulho para muitas pessoas.
Para deixar bem claro também continuaremos a produzir cronicas dos jogos da dupla GRENAL com a mesma seriedade, bom senso e compromisso com nosso leitor.
Portanto o Vida Cancheira disponibilizará a todos um trabalho serio, de responsabilidade e o máximo de qualidade possível para essa nova etapa e com isso desejamos em nome de toda a equipe do Vida Cancheira um muito obrigado ao Sandro Neguete e ao Paulo Matos.